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Blip Blip Frag Frag

Bruno Vasone | 27 de agosto de 2008

frag.jpg

Da série “Sit, Relax and Learn”:

  • FRAG - Pro gaming is about to explode…and no one is safe.

Mais um do-cu-mentado sobre o cenário de e-sports, mas o press release deles me deixou completamente interessado.  Estou pensando seriamente em comprar pra assistir agora hauhauha.

Sinopse: “Below the surface of a simple game is an underbelly of corruption, money, partying, drugs, and even death.”

E também, o quote ‘punk-rock’ obrigatório: “It’s like doing drugs. It’s like having sex.” -Kim Rom

Genial. No trailer tem uma cena do Fatal1ty curtindo uma jacuzzi com loiras peitudas que é simplesmente hilária. Tragédias vs Celebridades no mundo dos esportes eletrônicos, satírico ou não, COUNT ME IN! Vou ter que comprar, alguém quer rachar?

E se “e-sport” pra você parece algum tipo de modalidade esportiva criada pela Apple, vale assistir ao doc Gamer.br - 100% produção brasuca, inclusive com breves pitacos deste que vos escreve. E o melhor: “É de grátis”. Dá pra assistir inteiro pelo site, ou baixar pra ver na TV se preferir.

chiptune2.jpg

  • Reformat the Planet

E falando em punk-rock, um doc que não é tão novo, mas que só cruzei com meu browser semana passada. É sobre a cena de música Chiptune, um estilo de músicas sintetizadas através de chips de som de consoles de videogames. Basicamente os caras acoplam um sintetizador em um Gameboy e saem tocando música eletrônica com ele nas baladas, no melhor estilo retrô 8bits.

Nos últimos anos o Chiptune evoluiu bastante, passando pelos nintendinhos e computadores, e mais recentemente transcendendo as plataformas tradicionais de games no chamado circuit bending. Que aliás também já  dá as caras em terras tupiniquins.

chiptune.jpg

O documentário fica no ar até amanhã só(28/08) no Pitchfork ;O  Corra que ainda dá tempo de assistir.

Se não rolar, a próxima exibição pública será na feira Penny Arcade Expo, que acontece nos states a partir de sábado (boa sorte!).

O doc foi gravado no Blip Festival de 2006, que foi um festival de música Chiptune. A edição desse ano do Blip está programada pro começo de dezembro, em Nova York.

No mundo de gente-grande - leia-se aplicações práticas - inveja total da linha Yamanote de metrô, em Tóquio, que toca sequências ‘chiptunadas’ de clássicas melodias de NES sempre que para em uma estação.

++++

Mal a demora nas postagens. Projeto de conclusão da PUC chegando na reta-final, festeeenhas de final de semana, além de outras serelepadas.

Até o final de setembro a postagem deve cair um pouco de ritmo, mas continuamos na luta!

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blip festival, chiptune, corruption, documentário, e-sport, frag, game music, jacuzzi, money, punk rock, sex
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O rei dos sem-vida

Bruno Vasone | 21 de agosto de 2008

“My son, the day you were born the very forests of Lordaeron whispered the name… Arthas.”

Pode me chamar de fanboy, mas ninguém faz cinematics igual a Blizzard, com a rara exceção da Square. Conheço amigos machões que até choraram no vídeo de encerramento de Starcraft - Tassadar sacrificando-se pra destruir o Overmind.

A Blizzard lançou hoje o cinematic de abertura de Wrath of the Lich King, expansão do game fenômeno World of Warcraft. Pra quem acompanhou a história da corrupção de Arthas nas campanhas de Warcraft III e expansão, esse vídeo é de arrepiar. É sem dúvida o melhor CG de todo o WoW, e apesar de curto, considero no mesmo nível que momentos inesquecíveis da história dessa mitologia, como Arthas cravando a Froustmourne no peito de seu pai, ou o sacrifício de Grom Hellscream.

O vídeo retoma a história de Arthas de onde parou no final de The Frozen Throne, quando transformou-se no novo Lich King ao fundir-se com Ner’zhul ao final de Frozen Throne. Arthas aparece ressucitandoum frostwyrm  colossal (Sapphiron?), e toda a cena é narrada pela voz de seu pai, o falecido rei Terenas Menethil II.

Finalmente a Blizzard cria vergonha na cara e produz para o WoW um cinematic com uma carga emotiva digna da história por trás desse universo. E o faz com maestria, constrastando o destino de Arthas Menethil conforme previsto por seu pai (áudio), com o monstro frio e calculista que ele acabou se tornando (vídeo).

E fica uma suspeita para uma possível absolvição do príncipe - até porque, queira ou não, Arthas fez o que fez com o objetivo de salvar Azeroth, mesmo que tenha deturpado os meios de fazê-lo em sua jornada. Esse será um dos temas centrais de Wrath of the Lich King, inclusive uma das dungeons estilo Caverns of Time transcorrerá no cenário da missão The Culling, do Warcraft 3, na qual Arthas se vê obrigado a massacrar toda a população da cidade Stratholme para evitar que fossem transformados em mortos-vivos. Na dungeon, o grupo de jogadores deverá ajudar Arthas no massacre.

WotLK deve ser lançado em novembro desse ano, e o beta test da expansão já está rolando há quase um mês. Informações e novidades da expansão estão floodando a internet já há algumas semanas, se quiserem estragar as surpresas.

O rei dos sem-vidas está chegando… e não, não estou falando dos undeads…

Eu pessoalmente não vejo a hora de andar de motoca por Azeroth.

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meh

Bruno Vasone | 20 de agosto de 2008

Minha internet está uma carroça hoje, meu monitor já quase vôou pela janela umas 5 vezes. Não consegui nem assistir o bastardo do Yahtzee desintegrar Soul Calibur IV ainda.

Enfim, algum esporte estúpido das olimpíadas me chama. Antes porém: Há pouco mais de uma semana decidi que compraria o PS3 no lugar do 360 como meu console HD, por três motivos. Seguem duas coisas bacanas sobre dois desses motivos:

  • David Jaffe, criador da série God of War, comenta em seu blog sobre Flower

I love what I saw. And if the whole game feels like the stuff I saw last week…well wow! Just wow! And the coolest thing to me is, hell, now I’m inspired to step up to the plate and try to do something a bit more meaningful as well.

  • Novo trailer gameplay de Heavy Rain, que passou na GC hoje. Ainda não consegui ver (maldito virtua ¬¬), mas deve ter os melhores gráficos que você já viu em um videogame desde MGS4. Mas o mote do trailer (e do jogo) é a jogabilidade, e se eles conseguiram resolver alguns problemas de Fahrenheit (Indigo Prophecy), provavelmente vai ser um dos games mais revolucionários do ano que vem.

+++++++

Lord British: Reportagem da Wired acompanha Richard Garriot, o criador de Ultima Online, em seus preparativos para ser arremessado ao espaço.

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david jaffe, flower, Games Convention, god of war, heavy rain, indigo prophecy, soul calibur IV, zero punctuation
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Talking bullets

Bruno Vasone | 19 de agosto de 2008

“Where the dead walk, and bullets talk.”


Ainda estou tentando processar o impacto que esse trailer causou nos meus… mioooolos.

House of the Dead encontra Grindhouse… agora visualize você jogando com os controles do Wii. E com um visú foderoso desses, provando que alta-definição não é nada sem… mioooolos.

O cartão postal da Headstrong Games, estúdio responsável por HotD: Overkill, exemplifica perfeitamente o tipo de atitude irônica e visceral que se espera de uma equipe por trás de um jogo desses. Mais informações devem aparecer a partir de amanhã, quando começa a GamesConvention - feira alemã aonde o anúncio oficial de Overkill será feito.

Por falar nisso, lembrei que ainda preciso jogar o repack de House of the Dead 2 e 3… de madruga… com vodka… vai ser o tira-mofo perfeito pro meu Wii.  ¬¬

++++++++++++++++
No clima: Porque uma espingarda calibre 12 não é a melhor opção pra se defender em uma eventual epidemia de mortos-vivos.

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horror, house of the dead, wii
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O sonho da MMOMGA

Bruno Vasone | 18 de agosto de 2008

One to rule them all

Denominar o estilo de um game está ficando cada dia mais difícil. Ação, aventura, shooter e RPG, pra citar alguns, cada vez mais cruzam as barreiras de seus próprios gêneros, dando origem a novas modalidades de jogos híbridos. Isso sem falar de jogabilidades específicas, como dirigir ou personalizar seu personagem. Por exemplo, tente lembrar de algum shooter recente que não possua pelo menos uma missão com veículos. Apenas uns dois ou três.

O constante cruzamento de estilos de jogabilidade pode acabar abrindo porta para o que esse sujeito chama de Universal Game Design: Uma única plataforma ou jogo contendo diversos níveis de interatividade dentro dele.

Imagine um game aonde os jogadores possam escolher papéis específicos como:

  • entrar direto na ação em primeira pessoa (Shooter);
  • controlar a distribuição de tropas e organização no campo de batalha (RTS);
  • gerenciar recursos e relações diplomáticas de sua facção com seus rivais (God-sim);
  • se alistar em missões furtivas para desestabilizar o inimigo por dentro (Stealth);
  • atuar como engenheiro para sabotar edifícios ou veículos inimigos (Puzzle);
  • pilotar carros, tanques, aviões, navios (Simuladores);
  • ou até mesmo participar de campanhas paralelas de história complexa e evolução de personagens (RPG).

Todos os jogadores atuando dentro de um mesmo cenário, com objetivos em comum, porém níveis de interatividade completamente diferentes. Essa hipotética plataforma MMOMGA (MMO + Multi-Gameplay Adventure… lol) pode ter suas falhas óbvias: Ao tentar juntar todos os estilos, não aprimora a qualidade de nenhum deles - o tal do ‘jack-of-all-trades’, ou ‘pau pra toda obra’. No entanto, nunca saberemos se ninguém tentar. E afinal, o grande trunfo da MMOMGA (lol) não é mesmo atingir a perfeição em cada uma de suas jogabilidades, mas sim conter todas elas em uma só abominaç… errr, game.

Já existiram tentativas de juntar duas jogabilidades completamente diferentes sob um único título. A mais notável delas, na minha humilde, foi Natural Selection, um mod (modificação) para Half-Life que apresentava uma fusão de RTS com FPS. Em todas as partidas, um membro da equipe era escolhido para atuar como comandante, e como qual era responsável pela movimentação das tropas no mapa, atualização de equipamentos, distribuição de recursos e construção de edificações. E era divertido pra cacete.

Foi lançado na época de forma independente. Era despretensioso, inovador e fez enorme sucesso entre os jogadores, sendo ainda hoje uma das dez modificações de Half-Life mais jogadas da internet. Inclusive o maluco que criou o mod acabou criando um estúdio para o desenvolvimento da próxima versão de NS, para Half-Life 2.

Talvez um game que englobe todos os estilos de jogo ainda demore pra aparecer. Mas os casos de processos colaborativos entre estúdios, e o conseqüente escambo de engines e ferramentas de produção, continuam crescendo, assim como o gosto do público por títulos que diversifiquem sua jogabilidade. Talvez o sonho da MMOMGA não esteja assim tão longe.

Uga.

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game design, Half-Life, mod, Natural Selection, universal game design
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O botão G

Bruno Vasone | 17 de agosto de 2008

geekini_main.jpg

O sexo sempre permeou os videogames, mas será que a recíproca é verdadeira? Acho difícil, porém tem gente que tenta. Por exemplo, esse novo biquíni-conceito do designer francês John Nouanesing (o mesmo da premiada mesa de tinta e do abajur WTF), que promete dar uma apimentada no assunto. É uma ótima maneira de testar suas habilidades com botões em algo mais… digamos, real e prazeroso. Especificamente para as mulheres, pode servir como um potente imã de geeks na praia ou piscina do clube - ou uma maneira de reconquistar seu namorado, se o lançamento do GTA IV lhe tornou obsoleta.

Mas se você procura por uma uma melhor comunhão entre sexo e games pra aplicar seus combos, o Intimate Controller é a solução pra todos os seus problemas (ligue djá!). Conforme a criadora do projeto resume, “é uma plataforma na qual videogames são jogados por casais tocando um ao outro”. Definitivamente não é pra ser jogado em uma Wii Party - pelo menos não antes do nível alcoólico já ter ultrapassado a estratosfera.

Intimate ControllerOs controles são uma cueca boxer e um sutiã, com 6 sensores cada, colocados em lugares… estratégicos. O objetivo do projeto é nobre: “criar objetos que desafiem as noções e orientações tradicionais da jogabilidade dos videogames”. Mas existe um propósito ainda maior por trás, de tentar propor uma solução para um assunto tão polêmico quanto o já batido ‘violência nos games’ - se não até mais.

O projeto tomou forma, segundo a autora, quando ela conheceu o fenômeno da “Viuvez Gamer” - basicamente, mulheres cujos maridos as trocam por dias e noites na frente do videogame. Após navegar por diversos fóruns sobre o assunto, como o GamerWidow ou GamingSucks!, nos quais mulheres buscavam apoio umas das outras para lidar com o problema, ela trombou com o artigo Confessions of a Video Game Widow. O trecho selecionado do texto resume bem o assunto, vale a reprodução:

“And so here you are. After a flurry of Xmas games releases, you find yourself in the most curious predicament. You and your partner are strangers inhabiting different worlds who meet only at the save point (bed) and at the refuelling station (the kitchen). While he indulges himself from cock’s crow till the small hours, you have faded into the background, a disappointingly corporeal intrusion into his paradise of virtual reality where one moment he’s an urban gangsta and an interstellar warrior the next.”

gamerwidow T-shirtApesar da idéia ser boa (no quesito desespero), o Intimate Controller ainda é um protótipo. Provavelmente, só chegará ao mercado em tempo de concorrer com a próxima geração de consoles. Até lá as viúvas vão ter que recorrer à outras técnicas pra chamar a atenção de seus maridos. Não deve ser assim tão difícil vai, basta usar as ferramentas certas. Quem em sã consciência nega sexo? Ou um cafuné gostoso? O que não dá é pra comparar Bioshock com um bater de pernas pelo shopping. =X

E já que entramos nessa, vale mencionar também o outro lado: Um artigo hilário da Escapist de umas três semanas atrás, no qual o autor relata suas desventuras enquanto tenta conciliar vida amorosa com hobby predileto.

Se você tiver alguma história engraçada - ou trágica - sobre a assunto, os “comentários” estão aí pra isso. =]

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comportamento, Nintendo, porn games, sexo e games, viuvez gamer, wii party!
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Olhe para o céu

Gustavo Dória | 16 de agosto de 2008

Sua placa de vídeo é uma porcaria, né? Acabou de gastar uma fortuna em um processador que já está ultrapassado? Não se desespere, pois o paraíso está chegando. Muito em breve, seu computador e todo aquele hardware trambolhudo será supérfluo. Toda a pesada renderização dos games, que tanto exige de nossos micros e consoles, poderá ser feita online, em servidores far, far away.

Com apenas um dispositivo que possa ler vídeo e uma interface de interação, por exemplo, será possível rodar games de última geração ultra-realistas e pesados. Esse é o conceito da Cloud Computing. É relativamente novo e, na minha opinião, é o futuro da computação. As nuvens serão tudo, terão tudo.


Ambiente 3D renderizado nas nuvens

Aqui como a idéia surgiu, e aqui a mesma matéria basicamente traduzida e resumida.

Hoje em dia já guardamos na Internet nossos arquivos como forma de backup e para compartilhar com os amigos, ou com qualquer “zé mané” que se interesse em ver seu vídeo no youtube. Mas isso é só a ponta do iceberg. Diversas empresas já possuem softwares que são rodados online, ou seja, que não usam seu terminal para processar textos, por exemplo, e sim seu browser para mostrar os resultados. Assim, permitem também que você possa trabalhar no mesmo documento com alguém do outro lado do mundo. E nenhum dos dois precisa ter um processador de textos instalado.

Tá achando pouco? Eu também. Então imagine que logo teremos sistemas operacionais inteiros nas ‘nuvens’. Há controvérsias sobre isto ser possível ou não. Se for, seu computador vai precisar apenas carregar algo básico como a BIOS. Caso contrário, vai precisar carregar um S.O. bem basicão como o Android - projeto de S.O. para mobiles, open source e gratuito, gerenciado pela Google - e daí em diante a maior parte do processamento será feito pela Internet. Seu micro pessoal superpoderoso com aquelas mega placas de zilhões de dólares serão basicamente inúteis. Poderemos ter acesso a tudo através de qualquer celular.

Pois é, a febre dos portáteis está longe de ser só uma mania.  Quando todo o processamento for remoto, o tamanho do seu console vai ser completamente irrelevante. Já pode ir se preparando pra surpreender sua empregada jogando The Sims 4 na geladeira.

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A arte já é gamer

Bruno Vasone |

link_vs_ganon.jpg

Mostra de arte inspirada na cultura dos videogames ainda é coisa pra gringo ver, mas a gente pode espiar.

Foi ontem a vernissage da quarta edição da i am 8-bit, à qual centenas de californianos compareceram para verem e serem vistos. A notícia do Kotaku conta o caos que foi a festinha, abarrotada de gente, filas pra entrar e quadros sendo vendidos antes das pessoas poderem vê-los. Dá pra ver a zorra pela péssima qualidade das fotos da galeria.

Do pouco que fica visível, destaque pro Mario acid-nightmare, Earthworm Jim pop-terror e as pac-grenades. E a do Link contra o Ganon acima.

Em uma das fotos dá pra ver uma pilha de cartazes do Mega-man 9, e fico imaginando se era distribuição gratuita. Inveja… ¬¬

No mais, acho que a do ano passado tava bem melhor - dava vontade de comprar quase todas as obras. Se fosse aqui…

meh!

via: Kotaku

Em tempo: Vídeo-entrevista do Théo Azevedo com o presidente da Nintendo norte-americana, Reggie Fils-Aime, falando (sempre naquela eloquência de press conference) entre outras coisas das barreiras que a Nintendo enfrenta pra entrar oficialmente no mercado brasileiro. Falou bonito, e com propriedade.

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earthworm jim, game art, i am 8-bit, mario bros, mega man 9, Mercado Brasileiro, Nintendo, reggie fils aime, zelda
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Piratas no divã

Bruno Vasone | 14 de agosto de 2008

Penny Arcade

Um sujeito chamado Cliff Harris, profissão: game designer independente, inspirou-se com essa tirinha do Penny Arcade acima e decidiu irromper do bunker de papelão por detrás do qual as grandes produtoras bombardeam o tema da pirataria nos games. Com uma pergunta na cabeça e um teclado na mão, Cliff espalhou diversos tópicos pela internet, dirigiu-se diretamente ao seu público alvo com uma questão simples e honesta:

“Por que as pessoas pirateam games?”

Poucos dias e milhares de respostas depois, Cliff Harris dividiu as defesas pela pirataria em 6 categorias/motivos principais. Resumão:

- Os semi-políticos: Propriedade intelectual, censura, facismo;

- Dinheiro: Preços muito altos - se fossem mais baratos, comprariam com mais impulso;

- Qualidade dos jogos: Preocupação com a falta de suporte, estabilidade, falhas no game design ou jogabilidade. Conteúdo ou gráficos pobres não foram citados. Alguns games cansam muito rápido, e demos curtos demais não representam bem a totalidade do jogo. O hype que desaponta;

- DRM: Segundo o autor, foram os argumentos melhores colocados. Acabar com DRM pra ele é o primeiro passo (e mais simples) para começar a atrair os piratas de volta às lojas. O que nos leva à… ;

- Distribuição digital: … Preguiça. Muitos piratas o sstrão porque é mais fácil. Vários deles afirmaram piratear tudo que não está disponível na loja virtual do Steam;

- Confissões: “Porque gosto de coisas de graça e sei que não vou ser pego.”

Os resultados de Cliff Harris giram em torno de como ele irá lidar com sua própria produção. Mas esses três tópicos de discussão, onde o pau comeu solto - literalmente milhares de respostas - são uma mina de ouro de informações sobre o tema.

Enquanto isso, aqui embaixo, creio que nossos piratas se encaixem nessas mesmas categorias, com diferenças nas proporções obviamente (dinheiro sendo o equivalente a um mamute balofo perto das outras). Será que dá pra puxar alguma outra categoria daí? Talvez um enraízamento da pirataria como modus operandi na nossa relação com produtos culturais?

Essa atitude do game designer inglês bem que podia inspirar o pessoal por aqui. Tanto público alvo como os colossos (governo e as poucas empresas do setor) poderiam tentar ouvir um pouco mais um ao outro. Esse debate poderia ser um passo REAL pra arrebentar essa que continua -desdesempre- sendo a maior trava do nosso mercado.

via: Rock, Paper, Shotgun

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Alpha FM invade o Guitar Hero

Bruno Vasone |

Finalmente vou poder introduzir meus pais à ‘guitarrêra’ frenética virtual - o clássico “rádio brega” Hotel California é um dos destaques bizarros da lista  vazada de 30 músicas - das 80 - que irão compor o setlist de Guitar Hero: World Tour. Um dos, porque também tem Michael Jackson (Beat It) e Survivor (Eye of the Tiger).

Ainda não dá pra colocar lado a lado com as 84 músicas do Rock Band 2 e comparar. Nem saber se alguma delas será desafio suficiente pro maluco que detonou a ridiculamente impossível Through the Fire and Flames no expert, sem errar uma puta duma nota.

O que já dá pra saber:

1. Comprar os dois será obrigatório;

2. Tocar guitarrinha de plástico num pico desses acaba de entrar pra minha lista de “coisas a fazer antes de desenvolver uma artrite”.

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borg

esse blog ainda é uma massa amórfica tentando encontrar sua identidade, enquanto acompanha o amadurecimento do meio de expressão cultural mais promissor desse século.

jogando: Psychonauts, Battle for Middle Earth II, Fahrenheit, ICO, FlatOut Ultimate Carnage

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